Cara de Barro — A VARIEDADE é o coração do novo DCU | REVIEW QUE NINGUÉM PEDIU
Existem dois extremos de filmes de vilões de super-heróis na indústria do cinema: aqueles do Homem-Aranha , dos quais a Sony insistiu por tempo demais preparando terreno para um crossover com a Marvel que nunca aconteceu; e os do Batman , que conquistam Oscars ( Coringa , 2019) e Emmys ( The Penguin , 2024) por abraçarem uma abordagem única e mais madura destes vilões para justificar um protagonismo não em oposição, mas em cima da ausência dos heróis sob os quais são originalmente atrelados. Com Cara-de-Barro , não foi diferente. O novo universo cinematográfico da DC já nasceu prometendo variedade tonal com ação clássica de super-herói ( Superman ; Supergirl ), drama de mistério ( Lanternas ) e comédia adulta ( Comando das Criaturas ), então um filme de terror sobre um vilão do Batman vindo do coração de Mike Flanagan (Doutor Sono; Maldição da Residência Hill/Mansão Bly; criador também da nova série de Carrie, A Estranha) não soou discrepante ou incompatível com o que vem sido...