Quentin Tem Que Morrer: Quando a homenagem dá certo (até demais) | REVIEW QUE NINGUÉM PEDIU
Quentin tem que morrer , de Samuel Cardeal, conta a história de um jovem rapaz chamado Quentin, que trabalha em uma locadora e vive uma vida bem mediana até começar a ser perseguido por assassinos por um motivo desconhecido a ele. A proposta de Samuel com este livro, segundo as palavras dele próprio no prefácio, é homenagear o cineasta Quentin Tarantino. É justo começar dizendo que eu não sou fã do Tarantino, então eu sei que o público-alvo desse livro não sou eu... E quero que vocês tenham isso em mente quando eu digo: eu odiei esse livro. Não por ser ruim, porque ele é muito bem escrito; não por ter uma história sem graça, porque, de certa forma, me prendeu. Eu odiei porque é MUITO Tarantino. Desde o início, o protagonista já não me fisgou muito. Primeiro por ser homem — e eu pratico misandria esportiva nas mídias que consumo —, mas, principalmente por ser um homem extremamente coitado, sem namorada, sem grandes conquistas na vida e extremamente medíocre. Eu li o primeiro capítulo e...




